Festival Serra da Estrela 2007

 O Suplente Inicia Hoje pelas14h da tarde uma nova etapa, desta vez vamos seguir de perto a 3ª Edição do Festival Serra da Estrela, podem contar com fotos pequenos videos que vão ilustrar o que por lá se passou e uma resportagem minuciosa. Para completar isto O Suplente pertende entrevistar algumas bandas, por enquanto so podemos confirmar Terrakota em que o seu novo disco Oba Train será tema garantido. Se existir por lá ligaçao a internet as actualizaçoes serão feitas diariamente aqui no blog e directamente do recinto.

E esperamos uma grande animação nestes próximos dias e contamos com a vossa presença por lá 😉

 

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PROGRAMA:

 PALCO PRINCIPAL (concertos):

 Dia 13 de Julho (sexta-feira):

THE ZIPPERS

MUNDO CÃO

BALLA

EXPENSIVE SOUL & JAGUAR BAND

 

 Dia 14 de Julho (sábado)

DAZKARIEH

SOULS OF FIRE

TERRAKOTA

PRIMITIVE REASON

 

 

PALCO ZÊZERE / Novos Projectos Musicais:

 Dia 12 de Julho (quinta-feira):

Missy e Mj

Phoenix Crew

Clandestinos

 

Dia 15 de Julho (domingo):

The Fury

Sequela

 

 

PALCO ZÊZERE / Dance Área (Dj’s):

 O palco Zêzere contará ainda com a presença diária de Dj’s, que animarão a Dance Área, após os concertos:

Dia 12 de Julho

Dj The Fox

 

 Dia 13 de Julho

Dj Frank Maurel

 

 Dia 14 de Julho

Dj Rita Mendes

 

 Dia 15 de Julho

SimonDj

 

 A área chill-out contará ainda com a presença diária do Dj Nuno Cacho (Dj residente), bem como alguns Dj’s da região.

 

 Actividades Complementares

Dentro do recinto, para além dos concertos e djs haverá diariamente muita animação e diversão, podendo-se destacar:

 

– Workshop de Capoeira

– Demonstração de Luta com Espadas

– Mega aulas de Fitness

– Breakdance

– Actividades Aquáticas

– Parque Radical

– Balão de ar quente com voos livres e cativos

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Rádios locais vivem «situação problemática», segundo ARIC

O presidente da Associação de Rádios de Inspiração Cristã (ARIC), Joaquim Queirós, afirmou hoje que as estações locais vivem uma «situação problemática com a queda das receitas publicitárias, incluindo as institucionais que alguns ministérios não cumprem».

Em declarações à agência Lusa a propósito do Encontro Nacional de rádios da associação, que assinala entre sexta-feira e domingo, em Angra do Heroísmo, os 15 anos da ARIC, Joaquim Queirós realçou que «as rádios locais também são atingidas pela crise que se vive no país».

O presidente da ARIC disse que, durante o encontro, vão ser analisados «os diferentes modelos técnicos que as rádios poderão adoptar no futuro», mas admitiu que «é um assunto problemático porque ninguém sabe o que vem aí a curto e médio prazo».

Quanto aos conteúdos, Joaquim Queirós defendeu que «as rádios locais não devem cair na tentação de imitar as estações de âmbito nacional», mas desenharem as suas emissões à medida e à realidade do meio onde se inserem.

«Se garantirem qualidade nas emissões, o que é essencial, terão maiores possibilidades de marcar a diferença e ganhar um auditório muito mais certo e fiel», alegou.

Joaquim Queirós admitiu, também, que a contratação de pessoal é uma questão complicada, alegando que «não há dinheiro para muitos quadros, apostando-se muito em colaborações gratuitas».

No encontro de Angra do Heroísmo, os cerca de setenta participantes, oriundos do Continente, Açores e Madeira, vão debater «A Rádio em Busca da Rota de Futuro», uma palestra proferida por Rui Magalhães, director técnico do Grupo Rádio Renascença.

Em análise vão estar, ainda, o projecto DAW – Estação de Áudio Digital baseada em «open source», da Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco e da Rádio Urbana, e a relação entre a governação e os media, a cargo por André Bradford, assessor do Presidente do Governo Regional dos Açores.

Antes do início dos trabalhos, o Rádio Clube de Angra, parceiro na promoção do encontro, e que se encontra a comemorar 60 anos de actividade, inaugura, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, a exposição «História das Rádios».

No âmbito do seu aniversário, o Rádio Clube de Angra promove também duas conferências sobre «A Ilha Terceira no Contexto Regional Açoriano» (24 de Março) e «Igreja, Sociedade e Comunicação» (31 de Março).

Diário Digital / Lusa

Am ou Fm?

A rádio é um aparelho de culto que já não tem o mesmo estatuto antigamente. A televisão roubou grande parte da atenção dos amantes de música com as suas MTVs e os seus VH1s.

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Actualmente as pessoas preferem ver os videoclipes das suas bandas em vez ouvir apenas a música.
Mas será apenas o facto de a rádio não ter imagem que afasta a maioria das pessoas, ou o facto de as rádios não conseguirem chegar até aos seus ouvintes.

Nos anos setenta e oitenta, as rádios piratas dominavam o panorama musical. Na altura, o país tinha acabado de sair de uma ditadura, esta era ainda uma nação muito fechada onde a maior parte da música não chegava às multidões. Em Portugal o fenómeno do rock só chegou nos anos setenta com o início da revolução e eram bandas como os Beatniks, os Psico, os Xarhanga ou os Roxigénio que passavam nessas rádios, mostrando que o rock tinha chegado para ficar.

Nessa altura era uma conquista encontrar uma rádio estrangeira para poder ouvir o que se fazia lá fora, sons novos que pareciam estranhos para ouvidos não habituados a sons como aqueles. Nessa altura passavam-se noites a correr a banda fm à procura desses sons que vinham de outros lados.

Em 1981 a rádio começou a sentir os efeitos dos vídeoclipes na cultura musical. Como diz a música dos Buggles “Video Killed the Radio Star”.

Nos anos noventa tínhamos a rádio comercial, a rádio rock que nos trazia o rock que se fazia lá fora e o que se fazia cá, banda comos Nirvana tocavam bastantes vezes nessa frequência. Depressa se tornou a rádio mais importante em Portugal no que tinha a ver com o rock. Mas anos mais tarde rádio fechou e reabriu com uma nova cara uma cara de que era a dela uma cara que já não era rock.

A Best Rock Fm chegou para tomar o lugar da antiga rádio comercial mas não era a mesma coisa.

Hoje em dia as rádios portuguesas recusam-se a passar música portuguesa, ao mesmo tempo em Portugal cada vez se vende mais música portuguesa, este facto mostra como a rádio se encontra distanciada dos seus ouvintes.

Actualmente existe algumas rádios tipo. A rádio que só passa clássicos, é uma rádio cheia de “one hit wonders” de outras épocas que nem chegaram ao segundo êxito. Outro tipo de rádio é a rádio que só passa música de elevadores, rádios perfeitas para escritórios onde as músicas até tem hora para dar. E por fim o pior tipo de rádio a suposta rádio rock que tenta apenas encontrar o novo James Blunt da semana.

Actualmente não é um prazer correr a frequência fm pelo contrário é um trabalho árduo.

Talvez a única rádio que fuja às rádios tipos é a rádio radar, é uma rádio que nos faz lembrar as rádios de antigamente, que nos mostra o que alternativo se faz lá fora e cá dentro. Com excelente profissionais como o Zé Pedro dos Xutos, Nuno Galopim e Inês Meneses entre outros. Talvez o futuro da música não passe pela rádio como nós a conhecemos mas talvez pelas rádios online e pelos podcasts.

by IndieStyle in Blitz

Apenas mais uma viagem

O sujeito tinha uma viagem pela frente. Atravessar meio Portugal era a sua missão. O motivo nem interessa para o caso. Para variar, iria de carro, sozinho.

Mesmo antes de meter a chave na ignição, o sujeito olha para a velha bolsa de cds na esperança de encontrar algo que lhe possa animar um pouco o espírito, que engane o marasmo de percurso marcado pelas longas rectas de auto-estradas. Tem mais de 50 álbuns, mas tudo lhe soa a mais que ouvido.

O sujeito decide então algo diferente. Para o bem e para o mal, vai deixar que sejam as ondas da rádio a determinar o fluxo da viagem. Até porque já é de noite e a música tende a não ser tão comercial. Espera ser surpreendido e é também por isso que opta por se abster de sintonizar emissoras nacionais.

Começa por ouvir um programa dedicada à música electrónica da única rádio do ponto de origem da sua viagem. O sujeito é bombardeado por batidas execráveis que bem poderiam ser a música de fundo de um qualquer carrossel manhoso. Felizmente, a auto-estrada aproxima-se e, com ela, mais frequências.

Nova tentativa de sintonização. A busca automática, caprichosa, pára num clássico “discos pedidos”. O sujeito ouve “a Carla Vanessa dedica este tema Tony Carreira ao seu marido, filhos e todos os amigos com muito”… Nem deixa terminar a dedicatória. Terceira tentativa. Ouve-se o final de uma das músicas do último álbum dos Loto. O sujeito já os viu ao vivo e não desgostou, deixa ficar naquela frequência que parece prometer. Segue-se Blind Zero, uma das antigas. O título era… O sujeito tem uma péssima memória. Contudo, lá vai um pouco menos apático na viagem, a agitar ligeiramente a cabeça. Entra o animador em acção para anunciar que o próximo tema é de André Sardet.

Agastado, o sujeito volta à busca automática. Durante os próximos 15 minutos, vai saltitando de frequência em frequência. Nada de interesse. Como em tantas outras situações, farta-se da experiência. Já só quer ouvir um dos seus velhos álbuns.

Ziguezagueando automobilistas que respeitam o limite o velocidade, o sujeito procura desesperadamente uma estação de serviço. 20 quilómetros para a próxima, diz a placa. Não pode esperar tanto tempo. Sem abrandar, o sujeito estica o braço, pega na bolsa de cds e, sem escolher, lá consegue tirar um disco. Com mais um esforço, encontra a ranhura do leitor. Olha para a frente e apenas tem tempo para perceber que está próximo demais da traseira do camião.

“Funeral”, de Arcade Fire, ainda tocava quando chegaram os bombeiros para desencarcerar o corpo sem vida do sujeito.

Bons atritos,

Nad

Texto cedido pela sempre bem vinda a este paroquia, Irma Lucia, atraves do seu blog atritos-sonoros.blog.pt

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Brit Awards 2007

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A Antena 3 transmitiu em directo e em exclusivo a cerimónia dos Brit Awards na noite de 14 de Fevereiro, numa emissão que arrancou às 19h e foi conduzida por Álvaro Costa e Ricardo Sérgio.

A entrega dos prémios realizou-se no Earl’s Court, em Londres, foi apresentada pelo comediante Russell Brand.

Lista dos Vencedores Brits 2007

Revelação Britânica: The Fratellis
Cantor Britânico: James Morrison
Cantora Britânica: Amy Winehouse
Grupo Britânico: Artic Monkeys
Álbum Britânico: “Whatever people say I am, that’s what I’m not”, Artic Monkeys
Single Britânico: “Patience”, Take That

Revelação Internacional: Orson
Cantor Internacional: Justin Timberlake
Cantora Internacional: Nelly Furtado
Grupo Internacional: The Killers
Álbum Internacional: “Sam’s Town”, The Killers

Prémio “Outstanding Contribution to music”(carreira): Oasis

Actuação ao vivo: Muse

Noticia.: Antena3

Para concluir esta noticia, apenas quero dizer que na minha humilde opinião os Arctic Monkeys receberam finalmente aquilo que mereciam… Melhor Banda do Ano e Melhor Álbum do Ano… sem comentários e sem devaneios possíveis…

Arctic Monkeys – When The Sun Goes Down

Vencedores da 49ª Ediçao dos Grammy

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Pois podemos ter o privilégio de anunciar aqui os mais recentes premiados com um Grammy. Esta importante cerimónia de prémios da música, teve edição em Los Angeles e foi a 49ª vez que a academia se juntou para premiar as estrelas do panorama musical.

Sem grandes demoras vamos passar ao que realmente nos interessa, ou seja, os vencedores e
os nomeados para os géneros de Rock e Alternativa e das categorias em que ambos estavam divididos.

Começando pelo Rock, distinguimos Bob Dylan, com a faixa Someday Baby do álbum Modern Times como o vencedor da categoria para Melhor Performance a Solo.

De seguida a academia premiou Os Red Hot Chili peppers como tendo estes a Melhor Performance em Grupo, conseguido com a faixa Dani Califórnia do álbum Stadium Arcadium.

Melhor Perfomance de Hard Rock, foi para Wolfmother com a faixa Woman do álbum Wolfmother.

Melhor Performance de Metal para Eyes Of The Insane dos Slayer, retirado do álbum Christ Illusion.

Melhor Performance de Rock Instrumental foi entregue aos The Flaming Lips, que extraíram do seu álbum At War With The Mystics, a faixa vencedora com o nome de The Wizard Turnos On…

Melhor Musica de Rock que incluía os géneros de Rock, Hard Rock e Metal, segundo as informações disponibilizadas no site do evento, o vencedor foi Dani Califórnia dos já antes premiados Red Hot Chili Peppers.

O Melhor Álbum de Rock, foi para os mais uma vez premiados Red Hot Chili Peppers com o album Stadium Arcadium.

No campo do género Alternativo a categoria para o qual foram nomeados álbuns/bandas foi apenas uma a de Melhor Álbum de Musica Alternativa, o qual foi vencida por St. Elsewhere dos Gnarls Barkley.

Como acontece grande parte das vezes, não estou completamente de acordo com grande parte das escolhas, mas isso é tema para postar amanha, porque já são 5h30m da manha e O Suplente, devia já ter recolhido aos balneários á bastante tempo…

Até Amanha

Nota.: Podem dar uma vista de olhos aos vencedores de todos os generos e categorias por AQUI

Manel Cruz agora a solo

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Está praticamente concluído o projecto a solo de Manel Cruz, o antigo vocalista dos Ornatos Violeta e líder dos Pluto. À BLITZ, o músico explicou a origem e a índole deste disco, o primeiro em nome próprio, apesar da participação, nas gravações, de numerosos amigos. Composto por dois CDs e um livro (com letras e ilustrações), o álbum reúne temas feitos ao longo dos últimos anos. «Há coisas que surgiram agora, na fase de gravar, e coisas que já existiam. Tem uns devaneios em casa, com os amigos, sons que eu capto na rua… É como pegares no material que tens no computador e que não é para nada e pensares “vou juntar isto, sem grande critério de coerência, e compilar tudo”. É uma coisa que vejo mais como um objecto», diz. «Se calhar requer uma predisposição, como um livro ou um filme, é mais esse tipo de desfrute».

O desprendimento do conceito estende-se à edição (de autor) e à distribuição, que poderá levar Manel Cruz a apresentar o seu trabalho ao volante de uma carrinha, país fora, «tipo feira. Anuncio na net o roteiro da carrinha, para quem estiver interessado… Se calhar é um disparate mas uma pessoa também tem de fazer algumas experiências, até porque se estivermos muito ligados ao mercado, as coisas acontecem de maneira previsível». O facto de ter tido más experiências com a FNAC, como cliente e como músico, faz com que Manel Cruz queira contornar o típico circuito por showcases. «Os gajos eram muito fixes até terem feito o monopólio. Irrita-me muito mais quando as pessoas têm um paleio fantástico de ajuda – da música, da cultura – e depois falham redondamente, do que as pessoas que não têm essa conversa e estão ali para ganhar dinheiro».

O Bandido apresentar-se-á ao vivo quando achar por bem. «Não estou com muita ansiedade para começar a dar concertos. Tenho de descansar um bocado desta maluqueira que foram os últimos tempos». Quanto ao nome do projecto, a autoria é de Kinörm, o baterista dos Ornatos. «Mandou-me um postalzinho de Natal e pôs lá “foge foge bandido”, com uma fotografia minha todo descabelado, todo ressacado. É uma piada de amigos e soou fixe».

Noticia.: BLITZ

PlayList 23 de Janeiro de 2007

Breath – Telepopmusik
Open Your Eyes – Snow Patrol
Song For Clay – Bloc Party
Imagine – A Perfect Circle
You Learn – Alanis Morissette
Think I’m In Love – Beck
Dig – Incubus
Let Go – The Postmarks
Black Mirror – Arcade Fire
Nobody Move, Nobody Get Hurt – We Are Scientists
Outsiders – Franz Ferdinand
The Saints Are Coming – U2 & Green Day
This Aind’t A Scene, It’s An Arms Race – Fall Out Boy
Ruby – Kaiser Chiefs
The Meaning – Yesterday’s Forgotten
You Only Live Once – The Strokes
Steady, As She Goes – The Raconteurs
Mr Doorbell – The White Stripes
In Your Mind – Phonograph
Smile Like You Mean It – The Killers
Prick (I Am) – M.A.U
Alala – Cansei de Ser Sexy
Must Be The Moon – Chk Chk Chk
Time To Dance – Panic At The Disco
Whayt Have You Done – Within Temptation
Famous Last Words – My Chemical Romance
You Know My Name – Chris Cornell
Fiddle And The Drum – A Perfect Circle

PlayList 10 de Janeiro de 2007

Guano Apes – Rain
Guano Apes – Open Your Eyes
Guano Apes – Living in a lie
Guano Apes – Lords of the Boards
Guns N’ Roses – Sweet Child Of Mine
Nirvana – Lithium
We are Scientists – Its a Hit
Kaiser Chiefs – Everyday
WHO the FUCK Are Arctic Monkeys – Arctic Monkeys
Ruby – Kaiser Chiefs
Blood – Editors
Woman – Wolfmother
I Want You So Hard (Boys Bad News) – Eagles Of Death Metal
Famous Last Words – My Chemichal Romance
Rebellion (Lies) – The Arcade Fire
My Hero – Foo Fighters
Window In The Skies – U2
You Have Killed Me – Morissey
But It’s Better If You Do – Panic! At The Disco
Upon This Tidal Wave Of Young Blood – Clap Your Hands Say Yeah
The Yeah Yeah Yeah Song – The Flaming Lips
No Fit State – Hot Chip
Moon Occults The Sun – Espers
The Prayer – Bloc Party
Once Upon a Time – Air
Cosmia – Joanna Newsom

Play Music Magazine…

… é uma revista de musica on-line e considerada já por muito o futuro das revistas. Apenas com click’s do rato conseguimos ver a revista,mudar de pagina, ler, ouvir e até mesmo ver alguns videos.

É uma ideia a nao ser posta de parte, já que asism podemos ter acesso a um conteudo bastante mais vasto e dinamico. A qualidade de grafismos é muito boa mesmo e o seu conteudo de bastante interesse, já que percorre um pouco de grande parte dos generos musicais, que mais impacto tem no mundo musical.

É bastante rapida a carregar toda a sua informaçao, o que uqer dizer que nao perdemos muito tempo quando mudamos de página, sempre ouvi dizer que “Tempo é dinheiro”. Deiam um saltinho até lá e escolham o genero de revista que querem vizualizar já que a empresa dá a oportunidade de visualizarmos conteunods musicais, jogos, arte e design e ainda arte e moda.

Boas viagens no mundo cibernautico

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Para entrarem nesta nova plataforma, Play Music Magazine

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