DJ VIBE, dia 30 de Novembro @ &Companhia

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Arcade Fire em palco com Bruce Springsteen e Video Interactivo :)

Os canadianos Arcade Fire juntaram-se a Bruce Springsteen em palco durante um concerto do Boss ontem à noite em Otava. Segundo o Billboard, a banda juntou-se a Springsteen e à E Street Band para tocar três temas: «State Trooper» e «Born to Run», do Boss, e «Keep The Car Running» dos próprios Arcade Fire.

Entretanto, a surpresa que os Arcade Fire tinham anunciado no site dedicado ao mais recente álbum já foi revelada: trata-se de um vídeo interactivo daquele que poderá ser o novo single de Neon Bible – precisamente a canção que dá nome ao álbum. O vídeo pode ser consultado neste link .

in BLITZ

Simplesmente divinal este vídeo interactivo, nao me canso de brincar com o vídeo. Aproveitem bem porque não é todos os dias que sai uma preciosidade destas para que se possa relaxar um bocado.

Nomeações Thinking Blogger

Depois do http://epacumcatano.blogspot.com/ é a nossa vez de nomear, já devíamos te-lo feito mas o tempo é curto e com o Padrinho fora…
Então as 5 nomeações são as seguintes e vou nomear Blog’s exclusivamente da Covilhã,
Tcham tcham tcham ,,,e eles são


http://atritos-sonoros.blog.pt/

pelo desempenho que a Lúcia tem demonstrado quer na sua curta carreira de Dj, quer nos eventos que tem realizado com todo o seu empenho,,,,,,nem em Fátima se vê tanto trabalho, e não se esqueçam de ouvir a irmã na RUBI ás segundas das 10h ao 12h…..

https://osuplente.wordpress.com/

na mesma linha o suplente surpreende-nos pela escolhas eclécticas e menos eclécticas no mundo da música, concertos e eventos realizados na Covilhã. Keep the good Work e não se esqueçam de o ouvir ás quartas das 10h ás 12h também na RUBI

http://sexta-13.blogspot.com/

o sexta 13 apesar de postar pouco 😉 , merece a minha atenção pois prima pelo bom senso e bons textos, rapaziada toca a trabalhar mais “un pokito”……

http://depoisdacovilha.wordpress.com/

depois da covilhã uma agradável surpresa, com textos sintéticos torna a leitura ainda mais ligeira como deve ser no mundo dos Blog’s, com um toque de humor bastante refinado, visita imperial….

http://ocantarozangado.blogspot.com/

and thee last bust not the least, a pedrada no charco dos últimos tempos, com textos extremamente bem elaborados,(confesso que sinto alguma inveja da escrita do nosso amigo José Amoreira) e com informação pormenorizada de tudo o que se passa na nossa queria e amada Serra da Estrela


São estas as minhas nomeações pois o Padrinho deu-me liberdade para tal, provalvelmente as escolhas dele serial outras, mas o k tá dito tá dito.
ABRAÇO MAFIOSO A TODOS OS NOMEADOS

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Agradeço desde  já ao Blog Mafia da Cova esta nomeação, depois de todo o trabalho que se tem tido para manter este blog actualizado e o programa em constante desenvolvimento positivo, é bom ver o nosso trabalho  reconhecido por uma comunidade conceituada na blogosfera. Num futuro muito proximo será entao a nossa vez de nomear 5 blogs.

O meu muito obrigado em nome d’ O Suplente

20.000… Proxima Meta 50.000

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Ironicameente… Ainda há pastores…

No meu regresso aqui as lides do blog e após as noticias que saíram para a rua sobre um grupo de alunos da Covilhã que teve alguns problemas na sua viagem de finalistas, decidi ir até ao Blog dos Alcómicos Anónimos, onde esperava rir-me um bocado com a situação. E espanto quando lá chego, não é que há mesmo uma grande hipótese de se soltar uma gargalhada sobre o assunto. A ironia que reina teve Salvador Martinha como autor e passo a transcrever…


Ainda há pastores

Cerca de 60 alunos do ensino secundário da Covilhã foram hoje expulsos de um hotel em Lloret del Mar, na Catalunha, Espanha, depois de distúrbios num dos corredores da unidade. Serem expulsos de um hotel por roubarem extintores teria sido injusto. Mas não há desculpa por se estar a ver, em grupo, um filme de Paulo Branco.
SM

Am ou Fm?

A rádio é um aparelho de culto que já não tem o mesmo estatuto antigamente. A televisão roubou grande parte da atenção dos amantes de música com as suas MTVs e os seus VH1s.

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Actualmente as pessoas preferem ver os videoclipes das suas bandas em vez ouvir apenas a música.
Mas será apenas o facto de a rádio não ter imagem que afasta a maioria das pessoas, ou o facto de as rádios não conseguirem chegar até aos seus ouvintes.

Nos anos setenta e oitenta, as rádios piratas dominavam o panorama musical. Na altura, o país tinha acabado de sair de uma ditadura, esta era ainda uma nação muito fechada onde a maior parte da música não chegava às multidões. Em Portugal o fenómeno do rock só chegou nos anos setenta com o início da revolução e eram bandas como os Beatniks, os Psico, os Xarhanga ou os Roxigénio que passavam nessas rádios, mostrando que o rock tinha chegado para ficar.

Nessa altura era uma conquista encontrar uma rádio estrangeira para poder ouvir o que se fazia lá fora, sons novos que pareciam estranhos para ouvidos não habituados a sons como aqueles. Nessa altura passavam-se noites a correr a banda fm à procura desses sons que vinham de outros lados.

Em 1981 a rádio começou a sentir os efeitos dos vídeoclipes na cultura musical. Como diz a música dos Buggles “Video Killed the Radio Star”.

Nos anos noventa tínhamos a rádio comercial, a rádio rock que nos trazia o rock que se fazia lá fora e o que se fazia cá, banda comos Nirvana tocavam bastantes vezes nessa frequência. Depressa se tornou a rádio mais importante em Portugal no que tinha a ver com o rock. Mas anos mais tarde rádio fechou e reabriu com uma nova cara uma cara de que era a dela uma cara que já não era rock.

A Best Rock Fm chegou para tomar o lugar da antiga rádio comercial mas não era a mesma coisa.

Hoje em dia as rádios portuguesas recusam-se a passar música portuguesa, ao mesmo tempo em Portugal cada vez se vende mais música portuguesa, este facto mostra como a rádio se encontra distanciada dos seus ouvintes.

Actualmente existe algumas rádios tipo. A rádio que só passa clássicos, é uma rádio cheia de “one hit wonders” de outras épocas que nem chegaram ao segundo êxito. Outro tipo de rádio é a rádio que só passa música de elevadores, rádios perfeitas para escritórios onde as músicas até tem hora para dar. E por fim o pior tipo de rádio a suposta rádio rock que tenta apenas encontrar o novo James Blunt da semana.

Actualmente não é um prazer correr a frequência fm pelo contrário é um trabalho árduo.

Talvez a única rádio que fuja às rádios tipos é a rádio radar, é uma rádio que nos faz lembrar as rádios de antigamente, que nos mostra o que alternativo se faz lá fora e cá dentro. Com excelente profissionais como o Zé Pedro dos Xutos, Nuno Galopim e Inês Meneses entre outros. Talvez o futuro da música não passe pela rádio como nós a conhecemos mas talvez pelas rádios online e pelos podcasts.

by IndieStyle in Blitz

Pat Kay em Tour por Portugal

Pat Kay é uma figura carismática que nos seduz e nos guia para o seu universo intenso, com ziguezagues fluidos e fulgurantes nas línguas e culturas onde se move.

Àvido de encontros e porque Paris é uma cidade propícia aos intercâmbios, cruza-se com inúmeros artistas representantes de várias formas de arte. Na cidade-luz irá desenvolver o seu gosto profundo pela boa escrita, pela escolha da palavra certa, do som que evoca visceralmente sensações fortes.

As influências cruzam-se ao sabor dos ventos, dos encontros, das amizades.
Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta, Mécanosphère…), Franz Treichler (The Young Gods), Marco de Oliveira e Rodolphe Burger (Kat Onoma), …

Pat Kay recorda muitas vezes uma tertúlia amena com quando Rodolphe Burger, apaixonado po Fernando Pessoa, lhe interpreta um dos seus poemas de maneira inédita e magistral. Deveras estimulante.

Pat apresenta-se ultimamente ao vivo sem a banda habitual – The Gajos – , mas com JAP e Chico Vinagre. Um trio coeso que nos prenda com um espectáculo vigoroso, alternando rock, cabaret, chanson française, laivos de fado/blues… ora em canto, ora em spoken word.

No seu papel de cantautor/ « diseur », Pat Kay mostra todo o seu vasto manancial de grande performer nos palcos que pisa.

Entrevista com os Kaiser Chiefs: Estúdio estádio

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Os Kaiser Chiefs são colocados à prova neste seu regresso. «Yours Truly, Angry Mob» aparece rodeado de uma enorme expectativa ou não se tratasse a banda britânica de uma das coqueluche do novo rock. Ao telefone desde Londres, Simon Rix explica o que mudou na banda para que «Your Truly, Angry Mob» não seja um sucessor natural de «Entertainment».

Your Truly, Angry Mob» é o resultado de dois anos quase ininterruptos na estrada que valeram aos Kaiser Chiefs um estatuto impensável há dois anos. Entre viagens e concertos em estádios, a mudança nas suas vidas significou uma alteração no som.

«Acho que este álbum é melhor. É mais difícil mas era isso que nós queríamos. Era importante mostrar do que éramos capazes. Antes de sermos músicos, trabalhávamos em lojas e víamos o sucesso como algo impossível. Actualmente, a maneira como olhamos para tudo é completamente diferente. O nosso êxito demorou dez anos. Foram tempos difíceis. Adorámos andar em digressão. Aprendemos muito com os U2 e passámos a olhar para a música com uma diferente perspectiva. Percebemos que para tocar para 80 mil pessoas, as canções têm que ser mesmo boas. A convivência com eles foi muito boa porque apesar de serem grandes estrelas, são pessoas muito simples.»

Há dois anos atrás, os Kaiser Chiefs foram atirados para um lugar de topo entre as bandas do novo rock. Todavia, com «Yours Truly, Angry Mob» parecem querer distanciar-se de um pelotão que não tem conseguido grandes resultados com o segundo álbum (Bloc Party, The Killers, etc.).

«Não queremos ser uma banda da moda. É verdade que conseguimos tocar para muita gente graças a toda a atenção que nos deram. No primeiro álbum, gravámos as canções em dois dias e seguimos logo para a estrada. Desta vez, estivemos sete semanas em estúdio e sabíamos melhor o que queríamos. Compararam-nos aos XTC mas só os ouvi depois de terem falado no nome deles e realmente acho que há parecenças. De todas as bandas que foram referidas quando se falou os Kaiser Chiefs, os The Jam foram aqueles que realmente sempre fizeram parte do nosso imaginário e, neste disco, há uma canção («Love Is Not a Competition») que tem tudo a ver com eles.»

Recentemente, Alex Turner (Arctic Monkeys) terá dito que se a sua banda repetisse o fenómeno kaiser Chiefs de há dois anos, rapidamente se decidiria pela desistência do mundo da música. Simon Rix explica que já falou com Alex Turner e que tudo não passou de uma interpretação excessiva da imprensa.

«Isso é sensacionalismo. Já falei com ele e parece-me que foi apenas uma frase mal interpretada. É normal em Inglaterra darmos entrevistas que depois são publicadas com afirmações que não proferismos. Torna-se cansativo mas nós precisamos dos media. Eles são os intermediários entre nós e o público. Mas é perigoso saberem tanta coisa sobre nós e aí entra a Internet. Eu lembro-me que antes comprava um disco e o devorava até ao último segundo. Para mim, os músicos eram figuras inatingíveis. Hoje, não há mística. Nesse aspecto, gostava de regressar à década de 60.»

26-02-2007 in Disco Digital

Vocalista dos Boston encontrado morto

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Brad Delp, vocalista dos Boston, foi encontrado morto, ontem, na sua residência.
Delp faleceu aos 55 anos, depois de uma carreira como compositor e, sobretudo, vocalista cujo ponto alto terão sido os álbuns que gravou com os Boston na segunda metade dos anos 70.

A polícia de New Hampshire terá descoberto o corpo na noite de sexta-feira, sem ter encontrado quaisquer vestígios que indiciem violência ou participação de outras pessoas. Espera-se o resultado da autópsia que deverá ser conhecido na segunda-feira.

O site dos Boston deixou de apresentar qualquer conteúdo para lá da mensagem: “We just lost the nicest guy in rock and roll.”

Delp fundou os Boston com o produtor, compositor, teclista e guitarrista Tom Scholz, tendo gravado o álbum de estreia no estúdio caseiro deste último. Boston, o álbum, vendeu 17 milhões de cópias, só nos EUA, o que garantiu uma enorme falange de fãs à banda para a qual também contribuiram as extensas digressões.

As vendas de discos viriam, no entanto, a cair, com Delp a entrar e reentrar no grupo várias vezes. O último álbum, Corporate America, foi editado em 2002. Apesar de não existir qualquer data marcada, esperava-se a qualquer momento um novo disco de originais dos Boston.

in BLITZ

Yeah Yeah Yeahs com novo projecto

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Banda de Karen O começa a gravar ainda este mês.
Os Yeah Yeah Yeahs têm um novo projecto.

A vocalista anunciou no site da banda que o trio se vai reunir em Nova Iorque, para trabalhar num «projecto gostoso» até ao final de Março.

«Vamos trabalhar num projecto gostoso que esperamos que vocês venham a curtir», escreveu Karen O, prometendo mais pormenores para «muito, muito em breve».

O último disco dos Yeah Yeah Yeahs, Show Your Bones , saiu em 2006 e teve direito a apresentação em Portugal, com um concerto em Paredes de Coura.

in BLITZ

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