Carlos Pinto no Aldeamento das Penhas da Saude

Inauguração do Parque Infantil do Aldeamento Penhasol, nas Penhas da Saúde pelo presidente da câmara Carlos Pinto, só postei por aqui porque quero que toda a gente tenha conhecimento das palavras proferidas pelo nosso excelentíssimo presidente da câmara… Que fique assim registado em vídeo as promessas,para que depois não digam que é só papais mandadas para o ar na comunidade da blogosfera.

Nota: Sr. Presidente não é só os animaizinhos que interessam, mas é bom que ao planear algo conte com que os efeitos das pessoas na fauna e flora já existente. Sou proprietário de uma casa mas quero que tudo seja feito de maneira a que homem, fauna e flora consigam conviver de uma maneira agradável e sustentável.

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Sudoeste 2007 – Tara Perdida

Andava a minha pessoa aqui nos seus passeios on line, quando indicado por um amigo, fui dar ao perfil do METAL CAMERA no FLICKR e deparo me com uma foto do Sudoeste 2007 com o João Ribas como protagonista. Tara Perdida foi actuar ao Sudoeste este ano? Isto vai contra as ideologias de grande parte das pessoas que lá andam, ou será que já ouvem Tara Perdida para demonstrar a sua rebeldia de pre adolescencia??

Sinceramente deixo-vos aqui uma das imagens que mais me chocou, deixou-me completamente boquiaberto, posso até dizer transtornado. Será que o Ribas se conteve na linguagem menos própria para menores? Será que enquanto cantava se ouvia o tradicional “Piiii” quando ele dizia uma palavra num português não tão elaborado?

A estas questões muitas se juntaram no meu consciente, mas por cá ficaram. Se alguém souber dar umas respostas ficaria eternamente agradecido.

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Movimento Cidadania Covilhã

O movimento independente que se intitula “Movimento Cidadania Covilhã” organizou na passada sexta feira, dia 29, pelas 18h uma conferencia seguida de debate no Anfiteatro I da sede da AAUBI. De seguida puderam ler algumas das conclusões que de lá tirei. Contudo não dispensa a consulta da noticia que saiu hoje no jornal Diário XXI.

Pois é meus caros, estive presente neste “debate”, e falta referir mais umas coisas, tais como “Não é agradável viver no centro da Covilhã”. São palavras de alguma forma graves, que um ex-autarca da CMC disse. Com que cara virá agora o Sr. Carlos Pinto dizer que as soluções estão a ser postas em pratica? Que soluções, pergunto eu? O Srº Miguel Bernardo disse já na sua ultima intervenção, no meio da mesma que as pessoas tinham deixado de ir ao cinema, presumo que se referia ao nosso velhinho Cine-Centro, gostava então de lhe apontar aqui três ou quatro ponto que levaram a isso, o conforto da sala, o estacionamento que não existe em quantidade suficiente para e as dificuldades de acesso aquela zona. Comparemos agora com as condições oferecidas no Serra Shopping… cadeiras mais que confortáveis, temperatura ambiente bastante agradável (não temos que levar a manda durante o inverno, nem a ventoinha durante o verão), estacionamento gratuito em grande quantidade, condições de acesso excelentes para novos e idosos (elevadores e escadas rolantes). Houve mais alguém (peço desculpas, mas não decorei o nome do Srº) que falou de zonas verdes, que onde devia haver não há e com muita razão, nomeadamente o nosso Pelourinho, se existisse mais sombra por lá seria mais convidativo, com certeza, numa cidade como a nossa que é quente demais no Verão. Porque não encher aquilo com árvores de um porte decente? Que permitissem aos pedestres andar e permanecer num ambiente mais verde e mais fresco, combatia-se assim também o betão que assola os centros das cidades. Falou-se em muitas cidades estrangeiras, mas posso falar de uma bem portuguesa, situada no Norte de Portugal, de nome Paredes de Coura, se forem ao centro da cidade (se é que aquilo chega a ser cidade, não sei se não será vila) vão ver variadíssimas fontes e um abundante arvoredo que permite que toda a gente por ali circule sem grandes problemas.

Outro ponto interessante foi a habitação, que toda a gente diz degradada, em completa ruína e os ainda moradores assolados pelo modo de vida universitário. Ora se vivemos numa cidade que vive praticamente dos universitários (sim porque aqui o turismo é aquilo que toda a gente sabe e na minha opinião nem turismo se pode chamar ao que se por cá faz, é de salutar iniciativas como a da Adriventura teve agora ultimamente de um turismo ambiental) e se o pólo principal da UBI se encontra praticamente dentro do centro da cidade, porque não criar nas zonas em que estão habitações abandonadas ou degradadas, casas para os estudantes, espécies de Republicas como existem em Coimbra, poupavam-se uns milhares jeitosos a fazer residências como a do Ernesto Cruz e reabilitava-se uma zona que se diz “despovoada”. É claro que a vida nocturna iria assombrar muita gente, mas são pessoas que tem uma esperança de vida já muito reduzida, não pretendo com isto descartar essas pessoas de forma alguma, mas acho que temos que começar a pensar num futuro e não apenas num presente. Acho que esta é uma das opções mais viáveis numa cidade universitária, em que durante 10 meses por Ano vivem cerca de 5mil a 6 mil pessoas que são estudantes universitários.

Os transportes e a mobilidade foi outro ponto focado nesta “conferência”, toda a gente se queixa que não há lugares para estacionar os carros gratuitamente. A minha opinião é que nem sequer devia existir estacionamento no centro da cidade, mas devia sim criar-se opções viáveis para que as pessoas se pudessem deslocar confortavelmente até ao centro. Autocarros em condições, com horários que não fizessem os clientes esperar uma hora para poder apanhar um autocarro. E NÃO aos ascensores/elevadores, previstos para a cidade. Porque não optar por um tapete rolante, como já existe em muitas cidades (os que conheço existem em Lisboa e existe um em Barcelona), mais barato de certeza e com custos de manutenção bem menos elevados quase que aposto, até porque acredito que existam sistemas que só o façam movimentar através de sensores de peso ou um simples botão. Estavam assim criadas muitas facilidades para que existisse uma deslocação mais rápida e mais confortável até ao centro da cidade, para além de mais ecológica (imaginem a energia que não se ia poupar com um tapete rolante do género).

Estas são as minhas humildes opiniões, que tenho a certeza vão cair em saco roto, mas eu tentei e fiz a minha parte. Todas as ideias surgiram de conversas de cafés, vejam portanto que os jovens não se interessam apenas por “cafés e vinho verde”, mas também pela sua cidade.

Nota:. Este texto foi escrito no seguimento da noticia do Diário XXI, que foi posta no blog Máfia da Cova, por isso o inicio parecer algo confuso. Lembro mais uma vez que não dispensa a leitura da noticia que pode ser lida aqui.

 

Free Hugs Ou Abraços Grátis

Sinceramente esta era uma das coisas que mais gostava de fazer aqui pela minha terrinha, se virem o vídeo vão ver que não é nada de especial, mas que pode tornar as pessoas muito mais unidas numa sociedade que cada vez é mais desmotivada para a união.

Este post surge também, porque já tentei iniciar esta campanha dentro da Universidade da Beira Interior e quando falo no conceito do “Free Hugs”, toda a gente desconhece e me olha com uma cara um bocado estranha do tipo: “Não bates bem, definitivamente…”. Mas eu continuo a pregar a palavra dos “Free Hugs”….

Se houver por ai alguém que esteja interessado em realizar esta actividade na Covilhã ou cidades perto desta, contem com a minha participação.

Abraços Grátis em Portugal

Abraços Grátis em Nova York

Para mais informaçoes sobre o tema, objectivos e ideais podem sempre dar uma expreitadela aqui ao site oficial 😀

More Than a Thousand e Fiona at Forty No SóSons

Já se passaram 15 dias e só agora publicamos estas fotos, peço desde já imensa desculpa, mas tem sido complicado ter tempo para actualizar regularmente este nosso/vosso espaço. Começo por agradecer ao envio das fotos ao nosso leitor, vou deixar aqui as que escolhi para o post já que podem dar uma pequena ideia do que foi o concerto e o ambiente que se gerou. Parabéns a quem organizou, porque More Than A Thousand é sem duvida uma das bandas mais conceituadas dentro do género.

Espero que gostem das fotos 😀

( Fotos cedidas pelo nosso leitor Pedro, mais uma vez obrigado!)

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Estudo britânico diz que caminhar no campo diminui depressão e aumenta auto-estima

As caminhadas no campo ajudam a diminuir a depressão e a aumentar a auto-estima, ao contrário do que acontece quando os passeios a pé se limitam aos centros comerciais, indica um estudo britânico hoje publicado, sobre a Ecoterapia.

Investigadores da Universidade de Essex, na Inglaterra ? coordenados por Rachel Hine e Jules Pretty do Departamento de Ciências Biológicas – compararam, em 20 pessoas com depressão, os efeitos de passeios a pé de 30 minutos num parque e de caminhadas da igual duração num centro comercial da cidade.

Segundo a Mind, associação de caridade britânica especializada em problemas de saúde mental e que encomendou o estudo, os resultados provam que a ecoterapia deve ser considerada “uma opção de tratamento adequada”.

Depois dos passeios a pé na natureza, o nível de depressão de 71 por cento dos participantes baixou e a auto-estima aumentou em 90 por cento.

Em contraste, entre os que caminharam num centro comercial, só 45 por cento mostraram uma diminuição do nível da depressão e 22 por cento um aumento. Além disso, 50 por cento destas pessoas ficaram mais tensas e 44 por cento perderam auto-estima.

A Universidade de Essex fez um segundo estudo em que interrogou 108 pessoas com vários problemas mentais sobre os resultados das suas experiências de ecoterapia.

Para 94 por cento dos inquiridos, as actividades ao ar livre melhoraram-lhes o estado de saúde mental e 90 por cento indicaram que o exercício tinha melhores efeitos quando associado à natureza.

Para Ricardo Gusmão, professor de Psiquiatria na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, “o exercício físico determina alterações no metabolismo e funcionamento do cérebro que provocam melhoria no humor de modo agudo, mas também sustentado no tempo”.

“Nessa medida, qualquer exercício físico tem um efeito antidepressivo, sendo que é património do bom senso que a vida ao ar é mais saudável do que no meio urbano”, afirmou este especialista em depressão.

O que é novo, referiu, “é a confirmação deste último aspecto por via da investigação científica”.

Porém, o estudo é omisso quanto ao que opera efectivamente a diferença: “A ausência de poluição ambiental? A mudança de rotina ou a confirmação dessa mesma rotina nos resultados negativos de quem passeia nos centros comerciais? Quais os estímulos benéficos e quais os prejudiciais?”, interroga-se Ricardo Gusmão.

Na óptica de Paul Farmer, director da Mind, a ecoterapia é “uma opção de tratamento credível, clinicamente válida, que devia ser prescrita pelos médicos, particularmente quando para muitas pessoas o acesso a alternativas aos antidepressivos é muito limitado”.

“Não estamos a dizer que a ecoterapia deve substituir os medicamentos, mas que o debate deve ser alargado”, sublinhou.

“Seria muito mais barata do que os medicamentos anti-depressivos, não teria efeitos secundários e estaria ao alcance de qualquer um”.

Não há dados sobre a prevalência de depressão na população geral em Portugal, mas segundo o Censo Psiquiátrico de 2001, cerca de 20 por cento dos utentes dos cuidados de saúde primários são pessoas com todos os tipos de depressão.

Pois se esta experiência tivesse sido feita aqui pela nossa serrinha, estes resultados não eram de  maneira alguma os mesmos. De certeza que os níveis de depressão iriam aumentar e não diminuir, como aconteceu até com os indivíduos que se passearam pelos centros comerciais.

Estão a imaginar alguem que pensa que vem para o campo disfrutar da natureza e depois encontra mais sacos plasticos do que ia encontrar na cidade, mais banheiras de bebes do que num hipermercado (sim, porque até isso as pessoas utilizam para fazerem o tao aclamado sku), mais esgotos a céu aberto que numa cidade e até mais esculturas e monumentos esquesitos tal e qual aquele que há ali pos lados do Covão.

Acreditem que se eu estivesse a entrar em estado depressivo pior ficava, mal começasse a tomar consciência dos atentados que por aqui se passam.

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Ps:.  Aqui fica a factura para ser enviada a alguns patrões da nossa cova, se alguém ainda estiver lúcido para o fazer…

Proktu – Montra – Artistica

Proktu – Montra Artística é o mesmo que dizer Sucesso

Que grande noite foi aquela, parabéns a Sister Luci, dos Atritos Sonoros, e á AAUBI (Associação Académica da Beira Interior) pela magnifica noite que proporcionou as pessoas da Covilhã.

Com cerca de 500 pessoas em todo o recinto, apenas uma pequena parte consegui assistir aos concerto, os quais a chuva obrigou a deslocarem-se á ultima da hora para dentro do anfiteatro da sede da AAUBI. Mas mesmo assim as bandas não perderam a vontade de tocar e o publico respondeu com uma enorme vontade de desfrutar da música. A vontade tornou-se realidade e as bandas (U-Clic e Les Baton Rouge’s) proporcionaram fantásticos momentos musicais, onde se esqueceu o calor e o fumo que inundavam a sala.

U-Clic com sonoridades electrónicas, com bastante maquinaria envolvida, sintetizadores fortes, guitarras que nos levam a sentir algo como que um descer/subir de um elevador em altíssima velocidade, tudo isto conjugado com um óptimo trabalho de VJ que ainda tornava tudo mais alucinante.

Quanto a Les Baton Rouge’s, pouco se pode dizer, pois só quem lá esteve  pode saber o que foi aquela sala durante o concerto… diga-se de passagem, que no mínimo foi electrizante! As fotos do publico que se seguem foram ambas durante o concerto dos/as Les Baton Rouge’s. Punk/Rock no seu melhor, como já não ouvia nem sentia a muito tempo! 😀

As fotos que se seguem não dá para mostrar nem um terço do ambiente fantástico que se sentiu, mas a maquina também não ajudou muito, talvez daqui a uns meses vos possa apresentar aqui algumas fotos com mais qualidade 😉 por enquanto teremos que nos remediar com estas.

Muitos Parabéns, mais uma vez a toda a organização do Proktu ( Atritos Sonoros e AAUBI) e por favor façam com que as pessoas desta terra isolada possam repetir óptimas experiências, como foi esta, muito brevemente.

ContraCultura
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U-clic 1
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U-Clic 2
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Le Baton Rouge 1
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Le Baton Rouge 2
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Le Baton Rouge 3
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Publico 1
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Publico 2
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U-Clic Live@BA

Gran Nota Final

Ora Allo meus caros 😀

Passo por aqui apenas para deixar um print screen de uma pauta editada pelos academicos da UBI, ora vejam lá a nota final daquele rapaz /rapariga… Cheira-me que algo de muito estranho aconteceu passar de 11 para 15 de nota final… Comparem as outras notas, nao há nenhuma subida tao significativa em outras notas.
Continuem bem 🙂gandanota.jpg

PLAGIAI – Teatr’UBI

A peça que a companhia de teatro amador da Universidade da Beira Interior apresentou no último mês, na cidade da Covilhã, poderá ser considerada por muitos, no mínimo curiosa.
Teatro sem diálogo ou monólogo era para mim algo completamente desconhecido. Nunca antes tinha visto uma peça que se baseasse apenas na vertente visual, mas como há sempre uma primeira vez para tudo, decidi arriscar e aproveitar a borla que o Teatr’UBI ofereceu, para ir assistir ao seu mais recente trabalho.
Os 7 pecados mortais são o tema e para quem não os consiga identificar, será difícil de compreender a peça na íntegra. Com alguns actores que já andam nestas andanças a já muitos anos, que são apenas amadores porque a cultura em Portugal ainda não é meio de sustento para ninguém, tiveram mais uma vez uma performance formidável, o Gabriel e a Mafalda, que os vejo já representar desde o meu tempo de Liceu, estiveram simplesmente excelentes. Mas o que tenho que realçar nesta peça é o extraordinário trabalho de luz e vídeo, que fizeram com que o trabalho dos actores fosse muito facilitado. Desde já os meus parabéns a quem os controlou, conseguiu dar o impacto que a peça necessitava. Não se notavam mudanças bruscas de luzes e o vídeo enquadrava-se na perfeição com a representação da actriz. A luz e o vídeo, foram sem duvida o ponto forte desta apresentação do Teatr’UBI.
Mas como em tudo, não há sim sem se não. Mas desta vez o se não, nunca esteve no palco, mas sim sentado, na assistência para ser um pouco mais especifico. Já devem ter percebido que o ponto negativo desta minha noite de teatro, foi mesmo o publico que me rodeava.
Aquele que por vezes é considerado elemento fundamental, foi desta vez o verdadeiro ponto negro.
“É favor desligarem os telemóveis” pediu uma senhora em voz off, o resultado do aviso foi passado alguns minutos telemóveis começarem a tocar (para cumulo uma das pessoas, levantou-se e saiu para atender). Uma cadeira abre com algum barulho, motivo de risada para todo o grupo que estava nas imediações. O actor aparece como Deus o enviou ao mundo, momento de risada global das raparigas que se encontravam atrás da minha pessoa.
Foram coisas como estas e o burburinho constantes que me fez enervar profundamente e bradar aos Céus : “Por favor não voltem a oferecer bilhetes, a quem não sabe vir ao teatro!!!”.

Ficha Técnica

Co-Produção TeatrUBI & ASTA

Criação e Encenação António Abernú

Direcção de Produção
Rui Pires

Dispositivo Cénico António Abernú & João Cantador

Som e Luminotécnica
João Cantador

Guarda Roupa Sérgio Novo

Design Gráfico Sérgio Novo

Fotografia
Sede Púrpura

Vídeo Paulo Santos & Pedro Graça

Interpretação Gabriel Travasso, Graça Faustino, Mafalda Mourão, Rui Pires & Sérgio Novo

Dance Club de Março, Noite da Covilhã

A revista de música Dance Club do mês de Março traz por lá um artigo, redigido pela jornalista Sofia Videira, antiga aluna aqui da Universidade da Beira Interior. Este artigo demonstra um grande conhecimento da noite covilhanense e do que por cá se passa… Aqui fica a reportagem que por lá vinha, com os agradecimentos ao das_senas que nos facultou o artigo digitalizado…

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